04
nov

JCast Mark I #26 – Sexualidade no Jap

Jcast chegando rapidamente em seu centenário e é tanto estresse que precisamos relaxar. E só existe uma coisa em todo o universo que pode relaxar um ser humano completamente. Bem, duas coisas. A segunda é sexo. Infelizmente esse podcast será sobre a segunda coisa, já que hábitos chocólatras japoneses não seria uma pauta muito interessante. Só não especifico aqui o nível de vergonha alheia, pois não quero criar falsas expectativas. Sabemos o quanto vocês amam nos ver chafurdar na poça lamacenta do que um dia foi nossa dignidade. Só que sinto anunciar que, dessa vez, nos comportamos muito bem. Deve ser porque falamos de sexo sob a supervisão de um adulto responsável e ficamos com vergonha.

(00:02:03-00:15:20) Introdução

Em breve saberemos o que o Yohan achou das estréas da temporada nova de animes, mas já adianto um spoiler: ele odeia Tegami Bachi e obviamente não possui um caráter confiável. Enquanto esperamos pra ver o que mais ele odiou, o Darko fala sobre o que ele adorou, e é lógico que envolve garotas novas e eroge. Eu não gostei nem adorei nada, pois ainda não assisti. Estou ocupado vendo toda a ficção produzida no mundo em ordem cronológica. Ainda estou no cinema mudo.

(00:15:50-01:17:44) Sexualidade no Japão

Eu sou um herbívoro, mas gosto de sexo. Os japoneses desenvolveram a Negação Suprema: alguns dizem que não gostam por não terem; outros dizem que não gostam por pura pirraça; alguns dizem que não gostam por falta de tempo; no fundo mesmo, ninguém odeia sexo de verdade por lá. Eles apenas sentem muito medo. Quem sabe com um pouco de Brazilian Wax as japonesas não ficam mais sexualmente atraentes, e recuperam a atenção dos caras, roubada por roupas de grife e cosméticos? Pensando bem, não vai funcionar. Se os homens japoneses se assemelharem a…digamos…”homens”, elas é que não vão querer nada. Pensando melhor ainda, elas é que já não querem nada. Resumindo: ninguém come ninguém no Japão e nós queremos saber a razão disso.

Tem peitos na capa dessa edição, o JCast não segue a política da Marvel de que violência pode, mas nudez não? Enquanto vocês ponderam sobre o nosso ato de protesto contra a castração que a sociedade nos impõe, mandem um email para o alojcast@gmail.com. E se você for uma das garotas que o Yohan diz que existem por aí, que se interessam pelo meu modus operandi de relacionamento, mande email também!

O JCast Mark I #26 foi embalado ao som de:

Serial Experiments Lain – Cyberia Mix

Cara eu gosto do Cyberia Mix tanto quanto eu gosto de Lain: ou seja, pra caramba. O Cyberia Mix é um disco de música eletrônica baseado na boate de Lain, onde pelo menos 1/3 da trama se passa: os outros 2/3 se passam ou no quarto da Lain, ou na Wired. Aliás, falando e m Wired, tive um insight esses dias. Tava pensando sobre como fios são ultrapassados, e sobre como eu queria que eles não existissem mais, pra nada. Imediatamente me veio o slogan de Lain, “Close the Wired, Open the Next”, e de repente tanto o nome da internet de Lain como o slogan fizeram todo o sentido do mundo.

30
set

JCast Mark I #25 – Seinen

“Quadrinhos” não é coisa pra criança. Mesmo que seus colegas de trabalho olhem torto enquanto você folheia avidamente sua edição de Buda ou Vagabond durante a hora de almoço. Oi? Você tem 25 anos e lê Luluzinha Teen? Ok, você merece ser um proscrito. Saiba que existe toda uma gama de mangás feitos exatamente para você. Falaremos hoje de seinen, suas origens e seu lugar na história. Enquanto faz o download, pode ir queimando todo esse material de criancinha que junta poeira na sua estante. Ou envia pra gente, porque a gente adora.

(00:01:05-00:14:24) Introdução

Enquanto Hollywood e seus novos rumos tem tirado o sono de um, o incrível mundo luxurioso do PS3 tem tirado o sono de outro. E a fome na Etiópia não tem tirado o sono de nenhum dos dois, pois as desgraças do mundo já se tornaram lugar-comum, e isso dá o que pensar. Só não vou elaborar nada a respeito aqui nesse parágrafo. Não quero tornar isso muito existencial. Temos que nos ater à futilidade, senão seremos tragados para um oceano sem volta de… argh… questões pertinentes.

(00:15:15-00:40:57) Seinen

Nesse segmento a gente fala grosso, cospe no chão e coça o saco. Uns arrotos aqui e ali para pontuar. Pois somos homens, adultos, e falaremos de mangás feitos para nós. Nada dessa coisa de mulherzinha. Entenda um pouco da gênese desse gênero, seu real papel nas vidas dos japoneses e um breve devaneio sobre a posição única do mangá no Japão, quando comparado com quadrinhos ocidentais. Mas nada muito demorado, que esse negócio de análise comparativa é coisa de viado.

O JCast Mark I #25 foi embalado ao som de:

GO!GO!7188 – Tategami

Go!Go!7188 é o tipo de banda que me dá vontade de ligar um pouco mais pra música. Nessas horas que eu culpo a existência dos podcasts, por não me deixarem mais ouvir música na rua. Enfim, curtam a banda, e uma das garotas é a coisa mais linda e fofa do mundo.

16
set

JCast Mark I #24 – Ouendan, Ikemen e a Temporada de Outono

Jcast sem foco essa semana. Quando digo sem foco não significa nosso normal, cada assunto se perdendo e se ramificando em vários outros, até acabarmos traçando linhas comparativas entre as calcinhas de hoje em dia e as da época de nossas avós. Também não quero dizer que estamos desleixados e preguiçosos, falando sobre o que vier na cabeça. Apenas reunimos aqui pequenos assuntos que imploravam para ser tratados mas que eram muito pequenos para um programa só. Nós reunimos todos em uma só edição especial, mas por favor não contem isso a eles. Temas tendem a ser muito sensíveis e eles exigirão voltar. Ninguém quer reprise no Jcast. Todos nós crescemos traumatizados demais com as incontáveis reprises de Timão e Pumba no Tv Cruj e não queremos que a nova geração passe por isso. Percebam que nos comparei ao Tv Cruj. Não é arrogância, é marketing pessoal. Ops. Foco.

(00:01:58-00:17:10) Introdução

Começamos dando uma geral em títulos cinematográficos muito esperados e relativamente relevantes ao universo Otaku; Karate Kid, Avatar ( não o do James Cameron, mas o verdadeiro) e Scott Pilgrim. O primeiro fez sucesso comercial e sabemos o motivo. O segundo não fez e sabemos o motivo. O terceiro foi a piada comercial do ano e nós não fazemos idéia do motivo. Enquanto tentamos decifrar tão importante mistério, lembramos de agradecer ao Beck_Nana pelos livros e de esmolar por mais presentes.

(00:18:00-00:29:15) Ouendan

O chefe do Ouendan japonês namora a capitã do time de baseball? Os dois são o casal mais popular do colégio, mesmo o cara do Ouendan sendo incrivelmente “zoável”? Ou será que estou vendo filmes americanos demais? Aprenda a torcer, dançar, usar um sobretudo preto e manter sua masculinidade acima de qualquer suspeita.

(00:29:36-00:57:06) Ikemen no Brasil?

É tanta testosterona junta que resolvemos remover um pouco. Ou, a julgar pela moda de hoje em dia, eliminar completamente. A discussão terminou e eu ainda não sei se os Ikemen estão ou não invadindo o Brasil. Mas a pergunta que realmente me tira o sono, é se o cabelo do Justin Bieber realmente possui vida própria. E se esse ser está invadindo os cérebros de todos os outros pré-adolescentes playboys do país. Estamos observando de perto uma verdadeira invasão alienígena capilar, e você pode reconhecer os infectados. A onda telepática emitida pelo ser provoca espasmos violentos no hospedeiro, que sacode sua cabeça violentamente para o lado, tentando colocar no lugar certo fios de cabelo que nunca sairam do lugar certo pra começo de conversa. Não venta dentro do shopping, e vento não derrota meio quilo de gel bozzano.

(00:57:54-01:32:14) Temporada de Outono

Falar de anime é sempre bom e nos orgulhamos de ser um porto seguro de otimismo em uma mídia que só sabe falar que o anime está morrendo. Então discutimos um pouco sobre até que ponto a mídia divulga e critica ponderadamente o problema, e quando ela começa a falar mal por simples prazer. Depois caímos na proposta em si do bloco, que é falar sobre as expectativas da próxima temporada de animes da Tv Japonesa.

Chart do Yohan

http://www.youtube.com/watch?v=2_ajYArw33E

Então é isso, boa noite pra todos. Emails para alojcast@gmail.com, e mandem mensagens de voz pro JCast número 100, que na verdade será o 117, mas a gente não está muito preocupado com isso. Até mais, e lembrem-se sempre que o seu osso do quadril se conecta com seu osso das costas, que se conecta com seu osso dos ombros, que se conecta com seu osso do pescoço, que se conecta com seu osso da cabeça: e escute a palavra do Senhor!

O JCast Mark I #24 foi embalado ao som de:

Shiina Ringo – Utaite Miyouri

O Utaite Miyouri é fascinante, pois é a forma mais próxima de beber Shiina Ringo vertendo na fonte. Trata-se de um disco duplo de covers, com as músicas preferidas da minha japonesa preferida. E é nesse album que a gente descobre que a Ringo consegue cantar em inglês, francês, alemão e até mesmo em português! De forma bastante competente, inclusive. Ah, não precisa escutar a musiquinha do final esperando mais um bloco, já vou avisando – ela está ali, na íntegra, só porque essa marchinha em alemão é legal por demais.

26
ago

JCast Mark I #23 – Comédia Japonesa

Dizem que não há nada melhor para estragar uma piada do que explicar esta piada. Nós então fomos além de todos os limites e fizemos um podcast inteiro sobre ela. No fim das contas até que ficou interessante, já que a piada em si é enorme. Quem leu o post do Yohan sobre comédia japonesa já sentiu a pressão. São décadas após décadas de história, e destrinchamos tudo no programa mais inútil até hoje: ao invés de ouvir sobre comédia, você deveria estar consumindo-a em algum canto. Porém, se tem essa curiosidade maldita que não te deixa dormir, doença essa que nos acomete desde sempre, o podcast dessa semana foi feito pra você. Não há nada mais sem graça que um geek/nerd/otaku/alternativo-poser-qualquer. Sempre queremos saber os “porquês” da vida. E o único que vamos morrer sem saber, é o motivo de sermos odiados. Ou talvez a resposta até seja fácil. É só ouvir todo o nosso acervo que você terá uma idéia.

(00:01:44-00:08:24) Introdução cheia de canastrice

Segundo o dicionário, a gíria “cagueta” significa: “denunciador, delator, fofoqueiro”. Eu confesso que nunca usei esse termo, costumo girar em torno de “dedo-duro” mesmo, e seus derivados mais diretos. Sou um conservador. Mas não xingarei o nosso ouvinte defensor dos fracos, oprimidos e dubladores/diretores/escritores/desenhistas/twitteiros-que-têm-um-puta-tempo-livre. Agradecemos a esse ouvinte, e esperamos que todos sigam nos escutando, os ofendidos e os revoltados.

(00:08:49-01:12:11) Owarai

Você sabe o significado da expressão: “Cutucar a onça com vara curta”?

R: -É o japonês comendo a sogra.

Okay, esse bloco não é sobre piadas de japonês. É sobre piadas produzidas POR japoneses, e há um abismo de diferença. Começando pelo fato de que qualquer variação de comédia oriental é mais engraçada do que o pequeno chiste acima mencionado. Esse não é o podcast mais engraçado da história, no entanto, e isso é irônico. Mas para não perder o interesse de ninguém, nós temos nossa cota habitual de confissões constrangedoras. Nós sabemos as motivações de todos. Nós fazemos esse podcast para informar de maneira leve a respeito de algum assunto relacionado com o mundo da cultura pop japonesa, nesse caso a enorme e poderosa indústria de comédia, passando de leve pelo entretenimento em geral, e vocês escutam em busca de vergonha alheia. Com todo o prazer, informo que vencemos mais uma vez. Nesse episódio, todos têm o que vieram buscar.

http://www.youtube.com/watch?v=Y7n7QLGqMAA

http://www.youtube.com/watch?v=4aoHQGtynY0

E se quiser mais vídeos, dê uma olhada nesse fórum e nesse canal do Youtube

O universo não queria que essa edição saísse, vocês não sabem a quantidade de problemas que deu – tanto que era pra ter saído por volta das 20 horas de sábado, e tá saindo agora, 2:30 da manhã de domingo. Então mandem emails para alojcast@gmail.com e me deixem dormir. Boa noite!

O JCast Mark I #23 foi embalado ao som de:

Sexy Parodius OST e Parodius Da! Perfect Selection

O Google às vezes é o meu oráculo. Hoje foi um exemplo: na dúvida do que botar de trilha, joguei “Owarai music” na versão moderna de Delfos. O que me aparece em primeiro lugar? Parodius Da!, que curiosamente tem por coincidência tem o subtítulo “Shinwa kara Owarai e”. Parodius é uma série interessantíssima, e o nome já entrega do que se trata: uma paródia bem escrachada da série clássica de jogos “de navezinha” Gradius. Vale a pena procurar os jogos por aí, principalmente o Sexy Parodius, onde você luta com mulheres nuas gigantes, com direito à remix de Mozart de fundo e tudo.

29
jul

JCast Mark I #22 – Xogunato Tokugawa

Como um país tão pequeno pode ter uma história tão ampla? Tentativa filosófica fail à parte, nos reunimos para pagar a dívida e relatar o período Tokugawa. Não sou bom em Marketing Pessoal, então não vou enganar ninguém. Essa edição seria bem mais interessante se tivesse uns dois litros de sangue a mais. Mas hoje estamos 100% PG-13. Estilo Dark Knight, mas ainda assim permitido pra todas as idades. A culpa não é nossa, não aconteceu nada nesse período da história, além de alguma coisa nebulosa envolvendo chá e arroz. E prostitutas. Mas hey… esse é o século 21! Invejo a estabilidade histórica do Japão.

(00:00:44-00:07:59) Introdução (You Dun Goofed!)

Dizem que o Felipe Neto andou discutindo com o Fiuk. Fiuk que é a razão da existência de uma fã meio perturbada. E de fãs perturbados vive o Restart. Pelo menos É O PE LANZA MEU, que mais os atrai. Amo muito todos os memes, coraçãozinhos2S2. Meu sonho é fazer parte de um. Se eu não ligasse muito para minha dignidade dominaria o Youtube, mais ainda se eu fosse uma garotinha tarada filha do Hortêncio. Essas pessoas fazem um serviço de utilidade pública invejável. Elas ocupam as vazias horas dos membros do 4Chan, e nos alegram madrugada adentro. Um brinde aos personagens dos memes. Brinde de guaraná, pois na maioria são menores de idade.

Jessi Slaughter (1 2 3 4)
@lo_mais (Faz sentido SIM, Felipe Neto!)
É o Pelanza, meu!
Fucking Lack of Immorality (thanks ao @rafaelportillo)

Ah, e Benjamim Button visto de trás pra frente, fala sobre um cara normal.

(00:08:17-00:45:26) Xogunato Tokugawa

O período Sengoku é muito mais legal e vem antes do Tokugawa, logo, seria mais coerente falarmos dele primeiro. Mas eu não estudei a pauta e não podemos fazer isso com algo grandioso e sangrento. Resolvemos então dar uma pincelada geral no Tokugawa antes, período que, embora consideralvemente mais pacífico, compensou em reformas sociais e políticas profundas. Logo antes da famosa Restauração Meiji e o último resquício do Japão Feudal. Aquele de raiz. Undergroung. Hardcore. Pós-punk. Saiba o que de principal aconteceu, e aguardem os próximos capítulos históricos. Sendo que alguns são anteriores. E não nos citem no Enem. Ok, nos citem no Enem, e avisem-nos. Só não garatimos boas notas para ninguém. Um bom aluno deve saber desde o maternal se existia gado no Japão antigo.

Cavalo e boi a gente já sabe que tinha no Japão, mas e búfalos? E Chuchus? Nós somos péssimos historiadores, e nossas informações estão todas erradas? Então mandem emails para alojcast@gmail.com nos corrigindo, para que possamos nos tornar seres humanos mais próximos da perfeição intelectual!

O JCast Mark I #22 foi embalado ao som de:

Onmyouza – Mayou Taiten

Confirmado: Onmyouza, a partir de agora, é a trilha oficial dos podcasts históricos. Tá que esse foi um período mais pacífico, e eu até pensei em colocar algo mais leve e clássico, com tambores taiko e tudo mais. Mas não resisti, e foi Onmyouza mesmo. Agora é esperar o tão comentado podcast de Sengoku, que um dia sai!

24
jun

JCast Mark I #21 – Viagem ao Japão

Como experts autoproclamados da cultura pop japonesa, é óbvio que já visitamos a terra do sol nascente e vimos em primeira mão toda aquela energia tradicional, tímida e sexualmente pervertida. Certo? Errado. A gente tem essa fama de ser bem informado mas na real chutamos e acertamos com frequência. É por isso que resolvemos trazer pessoas convidadas especialmente para falar de suas viagens reais à terrinha e compartilhar conosco suas reminiscências. Se ao final descobríssemos que o Japão de verdade é um saco, talvez até pararíamos com o podcast. Mas acalmem-se. É ainda mais divertido.

(00:00:23-00:08:39) Dificuldade de idioma, celulares e Osaka

Juba-Kun do Jwave e nosso já conhecido Yohan dão a largada no papo.

(00:08:48-00:17:09) Akihabara, animes e hypes

Você chega em Tóquio achando que está no paraíso. Mas espera. Tem prédios e pessoas. Pessoas apressadas. E prédios. Ah, tem pessoas né. E pombos. Isso aí, não é por estar lá que você chegou em Meca meu caro Otaku. Tóquio é só uma metrópole chata como qualquer outra. Você tem que fuçar os tesouros escondidos de Akihabara para realmente chegar nas pérolas de figures caríssimas e olhares desconfiados de homens trintões escondendo suas edições de Lolicon. Saiba aonde se esconde a verdadeira diversão daquela cidade.

(00:17:17-00:35:02) Pornografia e prostituição

Nenhum deles admitiu ter necessidades sexuais bizarras inclusas no pacote de viagem, mas ainda assim testamos seus limites. Não temos medo de perguntas desafiadoras. Mesmo porque se alguém tiver que ser preso, não seremos nós.

(00:35:15-00:50:33) Onsen, trem-bala e comidas

Quem vai ao Japão precisa fazer coisas que só se vê em anime. E não estou falando de expiar mulheres tomando banho, levar uma porrada e sair rodopiando até a lua.

(00:50:39-01:03:27) Compras, pontos turísticos e dicas de viagem

Eles trouxeram tranqueiras mas não muitas. Na verdade devem ter voltado com um carregamento de Tengas mas não podem admitir e são péssimos no improviso.

(01:03:35-01:13:38) Gente estranha, bêbados e tecnologia

Ou seja, Japão.

(01:13:46-01:20:30) Viagem, motivações e a organização japonesa

Depois do papo, fica a pergunta maior: porque diabos alguém iria querer ir para o Japão? O que tem de errado com Machu Pichu por exemplo? Não se meta em jornadas luxuriosas por paraísos do consumo moderno. Se volte para seu interior.
Obs: Isso é um raciocínio que você só consegue ter após ouvir nossos convidados contarem o valor de suas respectivas viagens.

(01:20:39-01:25:52) Término

E aqui ficamos nós. Se você quer se programar para uma ida básica ao outro lado do mundo, contacte o Yohan. Ele tá doido pra voltar e tem nos molestado para ir com ele. Ele pediu pra recomendar sua agência de viagens favorita: www.investur.com.br. Não é propaganda, fiquem calmos. Leitores de blogs costumam ficar meio revoltados quando descobrem que estamos ganhando dinheiro às suas custas.

Até semana que vem e bom vôo. São vinte minutos para meia noite, eu não consegui bolar uma frase de efeito melhor. Mandem emails para alojcast@gmail.com e boa noite.

O JCast Mark I #21 foi embalado ao som de:

Crazy Ken Band – middle and mellow

Segundo o Yohan, Crazy Ken Band é a “versão masculina da Shiina Ringo”. Eu discordo, porque discordar dele é meu passatempo favorito, mas concordo que os caras são bons. E por causa disso e pra cumprir a promessa que fiz a ele um tempo atrás, Crazy Ken Band embala essa edição com todo o seu ritmo e groove, um termo musical que não faço idéia do que significa, mas que é muito legal. E eu prometo Yohan, até o fim do ano eu assisto o show que você me mandou.

10
jun

JCast Mark I #20 – Shoujo

Ah, a banda larga. Ela proporciona para o JCast várias novas oportunidades, e uma delas é a de continuar a série de programas sobre os gêneros de mangá, mas agora com uma especialista no assunto abordado: Valéria Fernandes, do blog Shoujo Café. Confiram 1 hora e meia de conversa descontraída, que segundo a Valéria foi bem maluca, mas pros nossos ouvintes provavelmente será uma das mais organizadas da história.

(00:00:17-01:27:30) Shoujo

O shoujo provavelmente é o gênero mais cheio de idéias erradas e formadas prematuramente aqui no ocidente. E foi pensando nisso que resolvemos dar esse tratamento todo especial ao segmento, pra quebrar de vez todos os erros e preconceitos que dançam pelas mentes otakus de Terra Brasilis. A simpatissíssima Valéria toma conta do programa, e faz um trabalho muito melhor do que poderíamos fazer, dissertando sobre a origem do gênero, suas principais características, e como ele é mal interpretado pelos fãs de anime e mangá aqui do oeste.

E é isso. Não deixem de visitar o Shoujo Café, atualizado com muito mais frequência (e paciência) que o nosso abandonado JCast. Emails vão para alojcast@gmail.com. Até semana que vem, e bom feriadão pra quem tiver um!

O JCast Mark I #20 foi embalado ao som de:

The Rose of Versailles Original Soundtrack

Uma coisa que eu aprendi escolhendo as trilhas para o JCast e escrevendo esse pequeno parágrafo é que anime clássico quase sempre é sinônimo de boa trilha sonora. Foi pensando nisso que fui sem medo na trilha sonora d’A Rosa de Versalhes, clássico obrigatório no gênero que a gente do JCast precisa conhecer melhor (e quem sabe até fazer um Review). Se você ainda tem algum preconceito com músicas de anime antigos, não sabem o que estão perdendo. Oscaaaaaaaaar!

03
jun

JCast Mark I #19 – Propriedade Intelectual

O Darko estava profundamente perturbado com o Pikachu pirata que dançava na capa faz algumas semanas. Pois bem, presumindo que muitos também possam estar sem dormir por conta disso, resolvemos acabar com o mistério. Nessa edição, a discussão é séria. Você terá a honra de descobrir, afinal, se é um criminoso desprezível ou apenas um criminoso sem escolhas. Sim, criminoso você já é de qualquer jeito. Conviva com isso.

(00:00:25-00:26:40) Propriedade Intelectual: Definições legais

Então você assiste anime através das fansubbers. Você baixou o final de Lost 15 minutos após sua exibição e ficou esperando cada minuto até a equipe psicopatas lançar a legenda. O que você deve fazer? Sair correndo e jogar todos os seus arquivos na privada e dar descarga é uma boa solução, mas isso é só uma opinião pessoal. De acordo com nosso convidado especial, former member do Jcast, Dyego “Dy-Chan”, nenhuma companhia vai se preocupar em caçar você. Conselho de amigo: procure aconselhamento legal antes de se livrar do material baixado da net. E se por qualquer chance “Super Vicky” estiver na sua pilha, envie para nós, que tomamos conta pra você.

(00:26:48-01:10:48) Possíveis soluções e casos recentes

O mundo dos downloads está matando a indústria, os empresários dizem. Estamos apenas divulgando seu material, as fansubbers se defendem. E quem tem a razão? Na verdade não importa, pois a internet não vai morrer e nos novos tempos que estão chegando, as empresas terão que se adaptar. Estamos na era dos novos modelos de negócio que transformarão o inimigo em aliado. Enquanto isso, aqui no Brasil, desfrutamos de uma cômoda posição em cima do muro. Não temos muitos títulos em DVD, nem queremos viver de Bakugan na Tv Globinho. Nosso lado nessa guerra foi escolhido para nós.

Se você tiver algo pra adicionar, um caso em específico pra comentar, ou só estiver precisando de um advogado pra se proteger, mande emails para alojcast@gmail.com. A gente se vê semana que vem, se a Polícia Federal deixar!

O JCast Mark I #19 foi embalado ao som de:

Fukuyama Masaharu – Zankyo

Não tem jeito: posso até achar o cenário pop japonês legalzinho, mas o que realmente agrada meus ouvidos são os artistas que fogem desse padrão. Tanto que, em um JCast Station recheado de Johnny’s e afins, um dos que mais me chamou atenção foi Fukuyama Masaharu. Recomendo muito esse álbum, o único dele que ouvi, principalmente as músicas Keshin, Koufukuron e Konya kimi wo daite. As três começarem com K foi mera coincidência, juro.

06
mai

JCast Mark I #18 – Decadência e Atualidade do Morning Musume

Saudações, pessoas! Como prometido, voltamos com a segunda parte do papo sobre Momusu. Acompanhem as intrigas,
escândalos e polêmicas que perturbaram o percurso brilhante das 38912 meninas. Mas vamos logo, que tenho que pegar meu ônibus pro Rio, o show do HPP é hoje a noite!

(00:00:48-00:22:21) Decadência do Morning Musume (Gerações 5 a 8)

E o programa começa direto de onde o outro parou, on your face! Aqui falamos dos escândalos e de pessoas que se regeneram cantando Enka e ajudando pessoas na rua vestidas de enfermeira. E, afinal, quem vocês preferem: chinesas ou coreanas?

Shabondama (19° single)
Iroppoi Jirettai (27° single)
Egao YES NUDE (32° single)
Kago Ai e Gackt
Kago-chan e Tsuji-chan
Hello!Shuffle no Utaban
Arremessos Milagrosos
Downtown + Morning Musume Jogos de Verão
Morning Musume ~ Judgement Day
Kago Channel (Ensinando que não se deve fumar)
DJ Waffles (Site com várias coisas do Momusu pra baixar)

(00:22:53-00:47:08) Morning Musume atualmente (com mais um tanto sobre Hello!Project e AKB48)

O que essas garotas fazem da vida hoje em dia, além de serem violentadas pelo Tsunku? O Hello!Project é só o Morning Musume mesmo e se chama Hello!Project porque japoneses adoram dar nome às coisas, ou tem outros projetos? E como um grupo consegue ter mais de 48 garotas e ainda se chamar AKB48? Esse bloco responde essas perguntas, menos a última, porque só me toquei disso agora.

Shoganai Yume Oibito ~3,2,1 Breakin’ Out!~ (39° single)
Onna ga Medatte naze Ikenai (42° single)

(00:47:25-01:09:31) O culto ao kawaii no Japão

Sem aviso prévio, caímos em uma discussão que acabou rendendo um bloco só pra ela. Os japoneses são mesmo uns monstros pervertidos, ou a culpa é dos ocidentais que não toleram diferenças culturais? O papo até que ficou sério nesse final, pra equilibrar um pouco e salvar a nossa cara de acusações de pedofilia.

Aitakatta! » 75 reasons why you should love AKB48!

E assim terminamos a nossa epopéia sobre pobres adolescentes escra…idols e Morning Musume no Japão. É fã do Momusu? Achou um programa um saco? Acha que somos todos doentes? Mande um email para alojcast@gmail.com, honorável pessoa! Pode elogiar e criticar à vontade, assim equilibramos o karma jcastiano. Semana que vem? Só Deus (foi mal, Yohan) sabe!

O JCast Mark I #18 foi embalado ao som de:

Morning Musume – 10 My Me

Gente, eu tô sendo infectado ou esse album do Morning Musume é legalzinho pacas? Poxa, eu gostei enquanto editava! Será que tem volta, ou vou ter que me internar em um Centro de Reabilitação para Otageis?

29
abr

JCast Mark I #17 – Gênese e Auge do Morning Musume

Um pequeno atraso que não machucou ninguém, e cá estamos nós. Um Mark I sobre música? Não deveria ser um Station? Bom, Hello Project nunca foi sobre música, vamos encarar isso. Moe e apologias pedófilas nesse nível? Nem mesmo o casting padrão desse programa teve estômago pra aguentar. Chamamos um especialista, que, por já ser ateu e não acreditar no inferno, pode completar o círculo de pecados e mergulhar de vez no açúcar desses inebriantes seres.

(00:00:37-00:36:12) Gênese do Morning Musume (Gerações 1 e 2)

Se fôssemos traçar uma linha de comparação com o episódio em que demos nossas impressões sobre The Cove, eu diria que essa primeira geração seria a época em que Flipper estreou. Olha para a carinha dessas 95 menininhas. Elas sorriem. Impossível estarem infelizes. Ok, nós não entramos no modo ativista maluco nesse bloco, apenas tentamos entender o que motivou o nascimento desse fenômeno midiático japonês e responsável por mais lucro do que a própria indústria de animação.

Wendy Sulca – Mi Vida No Vale Nada
Ai no Tane (1° single)
2ª Geração no Utaban
Canal no Youtube com vídeos do Momusu no Utaban

(00:36:35-00:49:31) Auge do Morning Musume (Gerações 3 e 4)

É aqui que os dublês do Flipper começam a morrer. Denúncias, escândalos, músicas (mais) irritantes. Como o Morning Musume se firmou de vez, e começou a render frutos. Provavelmente alguém alimentou essas garotas depois da meia noite, ou deu banho nelas.

Love Machine (7° single)
Renai Revolution 21 (11° single)
The Peace! (12° single)
Hello Morning Theatre
Bakajo Kimatsu Test
Apresentação dos passos
Como fazer (Legendado)
Romantic Ukare Mode (Live Wotagei)

Infelizmente para alguns, felizmente para outros, o programa ficou grande demais nos obrigando a adotar uma prática pouco comum em nosso histórico: dividimos o sofrimento em dois. Semana que vem, ou talvez essa semana ainda, pra compensar o atraso, lançaremos a segunda e derradeira parte dessa saga. Nossas garotas serão mortas na piscina enquanto barcos navegam em rios de sangue? Deputado Magno Malta entrará com uma liminar tirando o JCast do ar? Se Deus (desculpe Yohan) quiser, e o Loli Ban não passar, estaremos de volta. Enquanto isso, vocês conhecem o esquema. E-mails, pessoas. Muitos. Nos encham a paciência. Um programa todo de e-mails seria ótimo, fazer pauta é chato. alojcast@gmail.com. Ah, e enquanto estiverem vendo os clipes postados: masturbação causa espinha.

O JCast Mark I #17 foi embalado ao som de:

Morning Musume – 3rd Love Paradise

Pra exemplificar o poder do Morning Musume, nada melhor do que usar o album que foi lançado no auge, com a tão comentada Love Machine. E não é que tem uma ou duas músicas legaizinhas? Gostei muito da Harajuku 6:00 Syugou, que toca entre os blocos do programa. E destaque para essa coisa assustadora que fecha o podcast, com essa voz grossa e o “Oyasumi” das moças. Se alguma delas ainda era virgem, deixaram de ser imediatamente após a gravação dessa faixa.

01
abr

JCast Mark I #16 – The Cove e a caça às baleias

Continuando o revival do Mark I, um assunto bastante denso: a tão falada polêmica quanto à caça de baleias no Japão. Explicamos toda a situação, demos nossa opinião pessoal e aproveitamos para comentar sobre o documentário que ganhou o Oscar 2010, The Cove. Confiram!

(00:00:32-00:35:06) Caça às baleias

O Japão mata baleias, e é bastante direto em afirmar que isso faz parte de sua cultura, assim como faz parte da nossa matar bois. Será que esse argumento realmente é válido? Aqui, demos todo um panorama da caça às baleias em todo o mundo, como isso é regulado. Afinal, quem é o grande vilão aqui?

Baleias na Bíblia: Jonas  e o “grande peixe” (sim, não era viagem do Laivin!)

(00:35:20-01:09:45) The Cove

The Cove ganhou o Oscar de Melhor Documentário em 2010 mas, afinal, ele é isso tudo? Particularmente, nós o achamos parcial demais, apesar de mesmo assim ser um ótimo documentário, tanto no sentido de entreter quanto no de informar. Mas, como nós somos uma mídia completamente imparcial (CAHAM!), não vamos induzí-los emocionalmente a concordar conosco.

Golfinho Militar Espião
Trailer de The Cove

Semana que vem, pelo visto, teremos um News, então aproveitem pra mandar bastante emails! Qual o endereço?  alojcast@gmail.com! Nos digam suas opiniões sobre a caça às baleias, sobre ativistas, sobre japoneses e sobre golfinhos espiões, que leremos na semana que vem. Até logo, e obrigado pelos peixes!

O JCast Mark I #16 foi embalado ao som de:

Shiina Ringo – Sanmon Gossip e Ringo no Uta

Sanmon Gossip é o album mais recente de minha deusa, seguindo a tradição de ser algo completamente diferente dos outros discos. Particularmente, gostei muito, e o achei bem revigorante, agindo como “healing music” pra minha psique perturbada. Já o Ringo no Uta foi o último album da primeira fase da carreira solo da Ringo, antes do Tokyo Jihen, e que já foi usado como tapa-buraco no JCast anteriormente. Curiosamente, ambos possuem minha musa com bastante pele exposta na capa. Seria esse um ato inconsciente?

25
mar

JCast Mark I #15 – Xogunato Kamakura e Ashikaga

E depois de longos milênios, eis que está de volta o Mark I! E não só de volta, comotambém falando da história de nossa querida ilha oriental. Como foi o processo de instauração de um sistema “feudal” no Japão? Isso e algumas outras coisas são desvendadas ao longo desse programa!

(00:00:53-00:08:15) Introdução

Devaneios, como sempre. Todo programa a gente perde mais tempo falando sobre nada, daqui a pouco tomará a edição inteira. Descubra aqui uma análise sobre as cantoras que exploram o corpo e um pequeno review de Percy Jackson: O Ladrão de Raios.

(00:08:31-00:27:08) Xogunato Kamakura

Antes de descobrir a guerra, o povo japonês resumia suas atividades à fazer chá, tecer roupas, pintar e escrever seus complicadíssimos caracteres. Depois da guerra, o Japão entrou em um longo processo de instauração de um sistema similar ao feudalismo europeu, e o Xogunato Kamakura foi a primeira fase. Seria a cidade de Bleach a sede do primeiro Xogunato?

(00:27:19-00:42:03) Xogunato Ashikaga

O clã Hojo confiou nos seus aliados, e levou ferro. Seu general Ashikaga tomou ao poder, se aliando ao Imperador e se tornando o novo Shogun (até escrevo Xogunato, mas Xogum já é pedir demais!), aliado ao Império. Descubra como isso tudo deu em um dos períodos mais sangrentos da história do Japão, que comentaremos em detalhes no futuro.

(00:42:20-00:43:40) Término

Aqui nós vamos embora, sem muita enrolação. Tchau pra vocês!

Logo teremos outro Mark I concluindo o assunto, focando só no período Tokugawa, que culmina no Bakumatsu e, consequente, na Restauração Meiji. Erramos em algo? Sugestões? Dúvidas? Pizzas médias de Pepperoni? Entre em contato pelo email alojcast@gmail.com, e até semana que vem!

O JCast Mark I #15 foi embalado ao som de:

Onmyouza – Chimimouryou

Nunca dei muita bola pra Onmyouza, mas pra não usar Kagrra, novamente em mais um JCast histórico, resolvi colocá-los aqui. Resultado: o som pesado deu um clima interessante pro falatório histórico, o que significa que eles voltam, provavelmente quando falarmos de Sengoku. Curiosidade: as roupas que a banda usam são do Período Heian, que culminou no primeiro Xogunato. Claro que eu sabia disso, óbvio que foi uma escolha proposital!

10
dez

JCast Mark I #14

A idéia de desbravar os gêneros dos mangás, dando uma visão mais crítica e detalhada de um assunto já tão desgastado, surgiu do nada, quando o Laivindil resolveu gravar um bloco sobre gekigá. E ela não foi abandonada! Nesse bloco tratamos de shonen, os mangás pra garotinhos, em meio à muitos desvios de assunto envolvendo Latino e desenhos em CG. Confirma!

(00:01:16-00:56:09) Shonen

Retomamos nossa série de gêneros dos mangás com, vejam só, o gênero pelo qual todos provavelmente começariam: Shonen. Mas de que falaremos? Naruto? Claro que não! Nesse bloco detalhamos as principais antologias do gênero, além de subdividí-los em estilos, de uma forma bem informal. Quais séries foram importantes para a evolução do gênero? Afinal, como a Shonen Jump virou isso tudo que é hoje? O Latino é realmente um marco da música popular brasileira contemporânea? Escutem e descubram!

Não escutem o final do programa sozinhos em local escuro, ou provavelmente se borrarão de medo. Ah, e não é nenhuma propaganda satanista ou ateística, joguem parte do texto no google e vocês descobriram que é um texto completamente at random. Semana que vem tem o último JCast de 2009! Enquanto isso, mande emails para alojcast@gmail.com.

O JCast Mark I #14 foi embalado ao som de:

Kinnikuman Original Soundtrack

Só pra irritar o Laivindil, toda a edição foi editada ao som da trilha sonora original do anime de Kinnikuman, de 1983. E cara, ela é boa pra caramba! Passei a tarde ouvindo todas as músicas, recomendo pra qualquer pessoa que goste de trilhas sonoras e não tenha preconceito com material antigo.

03
dez

JCast Mark I #13

Depois de meses e meses, retomamos a saudável prática da leitura de emails! Ela agora será constante, todo arco de Mark I terá um programa dedicado aos emails relacionados a todos os programas anteriores. Nesse, lemos os emails e alguns comentários do, Goes Off 2, do arco Reviews arco de Reviews 17-23, e dos Mark I 11 e 12, além de dois blocos curtinhos que não dariam um podcast próprio. Confiram!

(00:01:23-00:19:24) Primeira parte da leitura de emails e comentários

Começamos aqui nossa jornada através dos emails mais interessantes que surgiram em nossa caixa de entrada, além de um outro comentário. Nessa parte foram lidos os emails e comentários de Hiago Vieira, Dimensão Convites, Mariana Oliveira, Dri Sweetpepper, Gustavo Kitagawa, Stephany, Cáren e André Nunes de Lima.

(00:19:42-00:37:07) Sistema de publicação de mangás e exibição de animes

A gente sempre comenta, mas nunca explicou muito bem. Como é essa história de tankohon? Porque Evangelion só sai uma vez ao ano? O que é essa tal de antologia? E os animes, tem temporadas? Tudo isso está corridamente detalhado nesse bloco, escute e, se for o seu caso, pare de boiar quando falamos sobre isso!

(00:37:29-00:62:41) Segunda parte da leitura de emails e comentários

Na segunda parte, mais devaneios e desvio de assuntos, com os emails de Cristhian Juniti Suematsu, Patricia Tommi, Danilo Tavares e Hiago Vieira. Desculpem-nos pelo furacão que toma a cena em alguns minutos do bloco, é o nosso ventilador. Tá um calor infernal, pitombas!

(01:03:36-01:10:40) Moe!

Ah, o saudoso bloco de moe. Não, ele não morreu! Nesse bloco matamos vários moes da nossa listinha, então não dá pra saber direito quando teremos uma nova lista grande o suficiente pra um novo bloco. Saiba tudo sobre moe em família, além dos vários tipos de calcinhas que fazem os otakus babarem.

(01:10:49-01:26:30) Terceira parte da leitura de emails e comentários

Era pra ter um bloco de moe entre a segunda e a terceira parte, mas o programa ficou grande demais. Fica pra tapar buraco do próximo, se ficar muito curto. Mesmo assim, escolhi manter a divisão em blocos, com uma pequena pausa pra respirar, com os emails de Yuki Moon, Ismael Pereira, Victor Zucconi, Yagami Zero e Rubens Carvalho. O furacão persiste nos primeiros minutos desse bloco, mas logo se dissipa, e tudo volta ao normal.

Então é isso, até semana que vem, e enviem emails para alojcast@gmail.com. Prometemos que dessa vez não demoraremos 6 meses pra ler.

O JCast Mark I #13 foi embalado ao som de:

OverClocked ReMix – Humans + Gears: Xenogears Remixed

Xenogears é, sem sombra de dúvidas, o rpg mais mal aproveitado da história. A história é maravilhosa e, mesmo com um segundo disco feito às pressas e sem muito orçamento, o primeiro jogo é, sem dúvida alguma, o meu rpg favorito de todos os tempos. De lá pra cá a série se tornou Xenosaga, e todo o plano inicial se perdeu no meio de várias trocas de empresa e equipe. Mas minha felicidade ao ver que o excelente site OCRemix, especializado em remixes de games, tinha feito um album duplo destinado ao jogo foi indescritível. E é por isso que todo o programa é embalado pela excelente trilha sonora do meu rpg favorito, nesse cd indescritível, que me traz ótimas e saudosas lembranças.

26
nov

JCast Mark I #12

E o JCast volta, em uma continuação direta da edição anterior! Na verdade era pra ser só um programa sobre Happy Science e sua investida na política, mas o assunto acabou estendendo demais, por isso as duas edições. Escutem, e entendam tudo sobre a Yggdrasil latina do Hueco Mundo, além de descobrir quem é Deus e quem é um mero Buda Cósmico.

(00:01:58-00:52:17) Happy Realization Party e Happy Science

Esse programa me confundiu. Ao mesmo tempo que temos o Luan fazendo uma análise política séria da plataforma do partido New Age HRP, ou Happy Realization Party, também estamos falando mais besteira do que nunca. Conheçam essa bizarríssima Nova Religião japonesa (que nem é tão nova assim), que estende suas ações para todo o mundo, inclusive nosso Brasil Varonil. Conheça também a investida política de tal grupo, com uma análise detalhada de sua plataforma política. Descubra se o Bispo Macedo e, consequentemente, a Menina Pastora Louca são Budas Cósmicos, se El Cantare é Deus e El Volare é o Diabo e como falar “nasal” em alemão! E eu juro que não usamos nenhum tipo de substância alucinógena durante a gravação.

Happy Science no Brasil
Blog em português da “Ciência da Felicidade”
Vídeo sobre a Happy Science
Trecho de Laws of Eternity (Anime da Happy Science)
Trailer de Rebirth of Buddha (Anime da Happy Science)
Laws of Eternity completo em Torrent

Semana que vem tem leitura de emails! Por isso, se quiserem dizer algo sobre qualquer uma das edições que se passaram desde que voltamos a ser semanais, mande um email pra alojcast@gmail.com o mais rápido possível, pois gravaremos nesse domingo.

O JCast Mark I #12 foi embalado ao som de:

Naomi & Goro – Turn Turn Turn

Pra ser sincero, eu ainda não sei muito bem quem são Naomi e Goro. Informações sobre eles na internet são raríssimas, e como os descobri recentemente, nem pesquisei muito. Mas o que realmente importa é que eles são japoneses que tocam Bossa Nova! E com muitas músicas em português, o que é fofíssimo, pois desde a Shiina Ringo cantando Manhã de Carnaval eu me apaixonei por japonesas cantando em português torto.

Shiina Ringo – Ringo no Uta

O “último” single da carreira solo de minha musa inspiradora que habita permanentemente minha mente (ente ente), fechando o bloco que Naomi & Goro não conseguiram cobrir todo. “Último” com aspas porque nos últimos anos ela voltou a lançar alguns cds solos, sem o Tokyo Jihen. Tenho uma certa nostalgia por esse single, por ter sido o primeiro dela que tive contato, tirando Tokyo no Onna, música que ficou anos no meu computador e só fui dar atenção tempos depois.

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