02
dez

JCast Reviews #35 – Riding Bean e Gunsmith Cats

É hora de mais reviews, nessa semana ligeiramente conturbada. Se o material teste não aproveitado produzido nessa edição pudesse ser convertido em comida, tiraríamos a razão de ser do Bolsa Família. Para os “audio-freaks” out there: vocês são loucos! E ser chamado de louco por um de nós não é pouca coisa. Tem que ser lunático para ganhar essa honra. Batalhas-com-novos-equipamentos à parte, nos permita adentrar seus tímpanos mais uma vez, e irreversivelmente contaminar seus neurônios com informações que você vai desejar nunca ter possuído, mas que farão sua vida mais completa.

(00:01:26-00:07:42) Introdução

Silas Malafaya deve ter nos avisado, mas procurando em seus vídeos espalhados no youtube, ainda não consegui achar. Tenho certeza, porém, que se uma importadora deixou entrar em solo nacional a placa de som do demônio, nosso pastor homofóbico favorito não iria deixar barato. De todo modo, agora a placa está neutralizada, e podemos nos preocupar com coisas mais edificantes, como formas de piratear Osamu Tezuka. O cara morreu antes do advento internético, então talvez seja por isso que é impossível achar material seu para download ilegal. Alguns curtas aqui, mangá completo de Astro Boy ali, e esse padrão está se rompendo. Avante, piratas! Não traiam o movimento.

(00:08:02-00:39:02) Riding Bean

Riding Bean é uma lenda inglesa datada do século XVI, que conta a história de um grão de feijão e sua motocicleta. Ahn… movida à vapor, obviamente. Riding Bean é a primeira história infantil steampunk. E ele morre no final. É assim que histórias infantis dessa época terminavam. Disney nos acostumou mal. Quando você descobre que a Pequena Sereia morre virgem e frustrada, sua vida muda completamente. Ok, na verdade não. Ouçam e descubram quem Riding Bean realmente é.

(00:39:33-00:56:52) Gunsmith Cats

Não dá pra falar de um sem falar do outro. Essa obra já é mais conhecida, e é derivada da primeira. Então aproveitamos o clima e damos uma pincelada no OVA de 3 partes, e no mangá. Gunsmith Cats daria um ótimo Live Action, por sinal. Com tantas adaptações óbvias, pedindo para serem feitas, eles insistem em Fruits Basket, por exemplo. A única coisa que precisaria ser adaptada e que me deixaria um pouco incomodado, é a idade da Minnie May. E ela nem é tão Jail Bait assim. Talvez só um pouco, Konata-ish. Só sei que respeito quem faz o teste do sofá para manter um disfarce e gosta disso. Mesmo tendo 17 anos e aparentando 14. Ninguém pode dizer que fanservice lolicon é coisa dos anos 2000.

E o JCast volta semana que vem, se o mundo não acabar até lá! Nesse momento estou digitando sem enxergar o monitor, de tão intensa que está a neblina. Os emails vão para alojcast@gmail.com, que eu dou um jeito de ler. Até semana que vem!

O JCast Reviews #35 foi embalado ao som de:

Gunsmith Cats e Riding Bean OSTs

OST significa Orbital Satellite Terranigma,  o satélite responsável pela formação de charadas em nossa massa terrestre. A música que rege as palavras proferidas nesse podcast provêm das ondas que ressoam durante o processo de Terraformação Enigmática, crucial para a sustentação de nosso universo. Não sabemos ao certo o porquê dessas ondas serem liberadas como resíduo do procedimento, mas algumas vertentes mais místicas (e de pouca credibilidade) acreditam que possa ser simplesmente isso: música, mas de outro universo, que escapa para o nosso devido à grande quantidade de Realitofibra envolvida no processo de extração e modificação das lâminas porosas sobre as quais vivemos.

11
nov

JCast Reviews #34 – Mobile Suit Gundam 0079

Os deuses do anime olham para nós com cara de desconfiança, enquanto temos a pachorra de analisar criticamente Mobile Suit Gundam. Como nos atrevemos? Quem a gente pensa que é? Não éramos nem embriões quando Gundam foi exibido pela primeira vez e cá estamos nós, tentando vender o peixe dessa série para quem não viu, e batendo um papo maneiro com aqueles que já conhecem Amuro e cia. Venha com a gente até onde nenhum podcaster brasileiro jamais foi. Aproveitamos para lançar uma promoção: os 50 primeiros ouvintes que enviarem códigos de barra de Super Lemon para a caixa postal 555-jcast ganharão o direito de terem seus nomes pichados por nós nos pés do Gundam verdadeiro, assim que formos até ele. Essa promoção pode demorar consideravalmente.

(00:01:15-00:05:09) Introdução

Mais alguns animes que o Darko viu, para desespero do Yohan, que ainda não finalizou suas primeiras impressões. Ele nem quer mais chamá-las de “primeiras”, mas acho idiota. São as primeiras dele, e são bem mais valiosas que as do Darko. Ele é bem mais bonito também. E cheiroso. (recebemos presentes, temos que puxar o saco ainda por algum tempo, pedimos a compreensão de todos).

(00:05:21-00:54:07) Mobile Suit Gundam 0079

Algumas obras de ficção definem um gênero. É o caso de Gundam, que praticamente inaugurou a onda de Real Robots que varreu os anos 80. Sem Gundam não teríamos os derivados de Gundam, outras séries tão boas quanto e com premissas similares, nem teríamos hoje em dia revivals de Super Robots, já que eles nunca teriam sido coisa do passado. Pior ainda, jamais teríamos um review de Gundam no Jcast e teríamos que falar essa semana sobre Takoyaki. Ou seja, esse anime, como diria o Doutor, é um ponto fixo no espaço/tempo. Se alguém voltasse para alterar a história e matar a mãe do Tomino antes que ela engravidasse do moleque, falharia miseravelmente.

Bandeira da Federação da Terra

Finalmente saiu o JCast de Gundam, dá pra acreditar? A culpa é do Laivindil, que demorou alguns meses pra assistir os filmes, e parcialmente minha, por puro medinho mesmo. Assistam (isso é uma ordem!) e nos digam o que acharam no email alojcast@gmail.com. Até semana que vem!

O JCast Reviews #34 foi embalado ao som de:

Mobile Suit Gundam 0079 Collection

Moegare, moeagare, moeagare GANDAMU! Com o tempo você acaba aprendendo a apreciar essas pérolas que banham nossos ouvidos nas aberturas e encerramentos de todo anime dos anos 70. Aliás, começo a perceber um padrão: todo anime daquela época tinha uma trilha instrumental incrível assim mesmo? Poxa, tão todas as músicas impressas no fundo da minha mente! Ah, a coleção tem 18 cds, mas na edição só est”ao os dois primeiros. Eu aconselho baixar TODOS!

28
out

JCast Reviews #33 – Detroit Metal City e Antique Bakery

Super combo hoje. Review duplo de obras com mais diferenças que coisas em comum. Em nossa linha de raciocínio única, é o suficiente para juntá-las. São obras curtas de fácil digestão, direcionadas para públicos segmentados e específicos. Produziram filhotes em live-action que também são pincelados por nós, como um bonus track. E nenhuma das duas seguraria sozinha um programa inteiro, então fizemos esse casamento improvável. O rock’n'roll violento de Detroit Metal City e a adocicada e metrossexual atmosfera de Antique Bakery. Isso pode ser encarado em vários níveis de profundidade. Na superfície é apenas uma análise crítica sobre duas obras da ficção japonesa. Mas lá no fundo, é um Manifesto do Jcast contra o preconceito. Se duas histórias tão diferentes podem coexistir de maneira orgânica dentro de um mesmo review, você também pode conviver pacificamente com o resto da humanidade. E quando fizer isso me conta, morro de curiosidade de saber como é.

(00:01:54-00:16:55) Introdução

O Justin Marks que vá descobrir quem pintou as Zebras, porque “He-Man e OS Mestres do Universo” ainda é o melhor derivado do desenho original que existe. E até hoje é o único filme bom do Dolph Lundgren. Se o Guilherme Briggs trabalhasse com tradução na época do He-Man, ele daria um jeito nesse nome. Impossível crianças se identificarem com um herói que, além de claramente homossexual, possui um nome impronunciável por elas. Como localização cultural, ele colocaria inúmeras “in-jokes” referentes à natureza vascaína do personagem.

(00:17:35-00:47:18) Detroit Metal City

Eu adoro o potencial cômico do Heavy Metal e o potencial ainda mais cômico dos fãs de Heavy Metal, que levam aquilo tudo (e a si mesmos) tão a sério. E pelo jeito não sou o único. Detroit Metal City tem tudo o que você espera encontrar ao sentar pra ver um anime. E de quebra ganha material pra zoar de boa a turminha gótica da escola.

(00:48:05-01:14:06) Antique Bakery

Todo mundo fica com água na boca lendo esse mangá. Garotas e garotos ecléticos, lógico, ficam com mais água na boca, já que não é só a comida que lhes provoca desejo. É praticamente um pornô estomacal. Ok, falar isso é perigoso. Um pornô estomacal literal é tão possível em terras nipônicas, que seu significado não é tão obviamente metafórico quanto deveria. Ignorem então, já que não existe sexo nesse título, nem sujo nem limpinho. Ótimo, agora mesmo que ninguém vai ouvir. É, melhor deixar o marketing com a Boo.

Percebam que a capa do podcast dessa semana possui duas interpretações: ou o Tachibana e o Ono aprisionaram Krauser com o doce poder de seus bolos e estão posando pra foto, ou eles não perceberam que o Krauser está a ponto de sair das TVs para estuprá-los. Enquanto vocês decidem qual a melhor vertente, mandeu seus emails para o alojcast@gmail.com, e até semana que vem!

O JCast Reviews #33 foi embalado ao som de:

Detroit Metal City e Antique OST

Obviamente, as trilhas sonoras das obras aqui retratadas. DMC provavelmente rendeu a trilha mais barulhenta da história do JCast. Engraçado que o SATSUGAI desse álbum é diferente do anime, vai entender. Já Antique eu escolhi a trilha do filme, bem felizinha e tranquila, ótima pra relaxar.

23
set

JCast Reviews #32 – Gake no Ue no Ponyo

Hayao Miyazaki está fora de controle. Ele chegou naquele ponto da carreira de um cineasta, em que qualquer coisa que fizer dará repercussão. Pessoas falarão mal, pessoas falarão bem, mas pessoas falarão e é isso que importa. Ele nem precisa do seu dinheiro. Seus trabalhos são sempre sucessos comerciais e agora ele tem a segurança de escrever e dirigir o que ele bem entender. Ou visualizar durante uma bad trip. Aposto que foi isso que gerou Ponyo. Darko é mais otimista e pensa que talvez um de seus filhos teria sugerido a idéia. Isso pode funcionar com Shyamalan e seu A Dama na Água, mas Miyazaki é japonês, velho e anti-tecnológico. A descrição exata de um usuário de daime.

(00:00:53 – 00:13:50) Introdução

“Se centenas de milhares de sóis nascessem ao mesmo tempo no céu, talvez seu resplendor pudesse assemelhar-se à refulgência dessa forma universal da Pessoa Suprema” (Bhagavad-Gita Cap 6 verso 12.)

“There’s a time when the operation of the machine becomes so odious—makes you so sick at heart—that you can’t take part. You can’t even passively take part. And you’ve got to put your bodies upon the gears and upon the wheels, upon the levers, upon all the apparatus, and you’ve got to make it stop. And you’ve got to indicate to the people who run it, to the people who own it that unless you’re free, the machine will be prevented from working at all.” (Bodies Upon the Gears – Mario Savio)

“Ahhhhh Chico Buarque é tão fofo!” (Minhas amigas em uníssono)

“Quem não sabe sorrir, não deveria abrir uma loja” (Provérbio chinês não relacionado com parte alguma deste podcast)

(00:14:19 – 00:55:46) Gake no Ue no Ponyo

Demorou mas assistimos e finalmente pudemos ter uma opinião pessoal sobre o trabalho mais recente do aclamado diretor e crítico do auto-sexo Hayao Miyazaki. Seria Ponyo uma bagunça sem estrutura narrativa, um momento fraco em sua carreira repleta de sucessos, ou um retorno às raízes e aos bons tempos em que Totoro andava pelo interior japonês dentro de um assustador ônibus-gato? De uma forma ou de outra, terminamos o review ensinando como fazer Ponyo frito, uma iguaria que será debatida anos à fio em tribunais por todo o mundo, que tentarão decidir se é ou não canibalismo. Enquanto as discussões éticas percorrem, aposto meu traseiro magro que os chineses não teriam problema nenhum com isso.

Ah, o regozijo de um JCast com menos de uma hora de duração. Vocês não sabem como é ótimo postar o programa completinho, já com zip e tudo, antes da meia-noite, e sem ter perdido o dia inteiro com a edição, só algumas horas da minha tarde. Como recompensa, merecemos mensagens de voz para a centésima edição do JCast, e emails, é claro! Ambos vão para alojcast@gmail.com, como de praxe. Até a próxima!

O JCast Reviews #32 foi embalado ao som de:

Gake no Ue no Ponyo Original Soundtrack

Ponyo, Ponyo, Ponyo, sakana no ko! Essa musiquinha gruda que é uma beleza, vai demorar uns dias pra sair, e do jeito que minha sobrinha gostou dela, vou continuar com ela em minha mente por umas semanas. Eu prefiro nem falar sobre a trilha sonora. Ela consegue ditar o clima de uma forma tão espetacular que esse JCast ficou umas 10 vezes mais fofo do que ele realmente é. Então escutem na edição, e baixem depois pra ouvir antes de dormir, ou quando estiverem lendo – todo mundo sabe que são as melhores horas pra se ouvir uma boa trilha sonora.

22
jul

JCast Reviews #30 – Summer Wars

Mamoru Hosoda é uma das últimas esperanças em um mundo repleto de peitos de borracha e banhos comunitários. Não que desprezemos a importância desses itens, mas nas horas em que queremos passar por normais, é bom ter um movie como Summer Wars pra recomendar. Você pode agradar toda a família sem ser moralista e apelar para piadas com flatulência. Hosoda prova isso. Ele também prova que você nem precisa se dar ao trabalho de desenhar sombras. Viu? É fácil produzir um clássico instantâneo sem ignorar as regras de um mega blockbuster.

(00:00:54 – 00:02:34) Introdução

Assoem os narizes pois estamos doentes. Bem, as minhas são psicológicas e psicossomaticas e as do Darko são reais e intermináveis. Quase de estimação. Mas eu fiz duas endoscopias e isso é muito mais legal que exame de sangue.

(00:02:59 – 00:11:53) Mamoru Hosoda em Digimon

Como esse diretor é empolgante, e normalmente gostamos de nos entregar à nostalgia, dedicamos uma boa fatia dessa edição a analisar os curtas de Digimon dirigidos por ele. Quando você é criança e vê um Agumon gigante, muitas mudanças ocorrem em seu cérebro. Ou você ignora completamente pelo bem da assinatura visual do diretor, ou você desenvolve toda uma teoria para o crescimento do bicho, desvendando involuntariamente uma conspiração de maus tratos com seres digitais. Descubra qual de nós dois sofreu o impacto número dois.

(00:12:37 – 00:45:11) Summer Wars

Por incrível que pareça, essa edição ainda é sobre Summer Wars. E como já falamos tudo no áudio, nem vou adiantar nada aqui. Aproveitem mais esse “fanboyistico” review. Precisamos urgentemente falar de algo ruim, pra variar. Sinto saudades de falar mal de obras alheias.

(00:45:24 – 00:52:20) Término

Em um twist inesperado, de uma forma que até agora não entendi, acabamos falando de religião. Ou da falta dela. Ou do excesso dela. Bem, eu não lembro mais, pra falar a verdade. Apenas que comecei falando sobre sectarismo e terminamos discutindo se o Yohan estudou ou não em um colégio de freiras.

E aí, acha que a gente baba muito o ovo do Mamoru Hosoda, e que ele não é isso tudo? Ou concorda com a gente, e quer babar ovo também? O email é alojcast@gmail.com. Até a próxima!

O JCast Reviews #30 foi embalado ao som de:

Summer Wars Original Soundtrack

Trilha fenomenal, com várias músicas alegres, outra bastante tranquilas, e algumas bem épicas, utilizadas nos momentos de tensão do filme. Engraçado como, só pela trilha, você consegue pegar todos os sentimentos diferentes que o filme passa. Aconselho, mais uma pra minha coleção de soundtracks que só cresce com o JCast.

08
jul

JCast Reviews #29 – Monster

(00:00:31-01:01:24) Monster

Domingo tá aos poucos virando o dia oficial do JCast aqui no site, apesar de eu preferir o sábado. De qualquer forma, o JCast Reviews vem com mais uma das obras do Urasawa, nessa nossa linha do tempo que anda ao contrário. Depois de Pluto, obra concluída mais recente do mestre, e 20th Century Boys, voltamos à 1994 com Monster, segundo título de sucesso do autor. Entendam porque Monster não é um Grey’s Anatomy nem sobre narizes, e percam 6 minutos de suas vidas em um rant absurdo sobre o Michael Jackson e porquê o Luan é lolicon!

E assim continuamos nossa jornada pra fazer Reviews de todas as obras do Urasawa e pagar muito pau pra ele! Falta pouco agora; basicamente só Master Keaton e o atual Billy Bat, mas que só devem vir daqui a um bom tempinho. Tá de saco cheio do Urasawa? Reclame em alojcast@gmail.com, mas aconselho ler se ainda não leu antes de reclamar. E aconselho se internar se leu e não gostou. Até a próxima!

O JCast Reviews #29 foi embalado ao som de:

Monster – Original Soundtrack 1 e 2

O anime de Monster, provavelmente por sua longa extensão, possui duas soundtracks. Nesse podcast acabei usando mais da primeira e só o comecinho da segunda, pra completar o final. A OST é bastante competente pra criar o clima de mistério que a série exige, mas confesso que, tirando algumas músicas, não é o tipo de trilha sonora que você bota no IPod e sai ouvindo por aí. De qualquer forma, vale a pena conferir.

20
mai

JCast Reviews #28 – Kodomo no Jikan, D. Gray-man e Emails

Reviews 28 chega com dois mangás que estão dançando na capa já faz um bom tempo. E, como sempre, se tinha alguém esperando pelo Review deles, essa pessoa encontrará algo bem diferente do que esperava. Bem vindo à um dos Reviews mais loucos da história!

(00:00:35-00:07:15) Introdução – O Código Fortunato

Anda fugido o crioulo de nome Fortunato, e o JCast quer saber onde ele está. Algum de vocês viu um escravo de 1854 andando por aí com a trouxinha do Chaves nas costas? Se sim, entre em contato, pois o senhor Eduardo Laemmert paga bem: Rs. 50Uooo.

(00:07:28-00:29:26) Kodomo no Jikan

Juro gente, eu não sou lolicon! Ok, isso só piora as coisas. Nesse quadro, um constrangido Darkonix (também conhecido como eu) tenta explicar porque Kodomo no Jikan é interessante, mesmo sendo visívelmente uma obra para gordos com mais de 30 que sonham molestar garotinhas menores de idade. Pelo menos a participação da Boo me provou uma coisa: Kodomo no Jikan realmente é bastante realista na sua demonstração de como é a vida de garotinhas do primário.

(00:29:36-00:50:52) D. Gray-man

E já que a Boo está aqui, resolvemos forçá-la a gravar um review de D. Gray-man, porque eu li mas não lembro quase nada do plot principal….e pelo visto ela também não. Apesar de um começo confuso e cheio de palhaçadas, nós conseguimos nos recompor e damos uma idéia geral de como é D. Gray-man: um shonen de ação regado a morbidez e humor negro. É isso gente, juro.

(00:50:58-01:24:50) Emails

E por fim, os emails que a gente tanta adia! Nesse bloco foram lidos os emails de José Veríssimo, Gabriel Rubio Rubio e Tang.

E aí, Kodomo no Jikan é lolicon ou não é? É errado querer ser uma mulher lésbica? Achar isso errado não é meio gay? É o JCast, te dando novos pontos de vista bizarros sobre a sexualidade do mundo! Quem tiver qualquer coisa a declarar sobre esse podcast maluco, principalmente corrigir nossas besteiras sobre D. Gray-man, o canal é: alojcast@gmail.com. Até a próxima!

O JCast Reviews #28 foi embalado ao som de:

Katamari Damacy – Katamari Fortissimo Damacy

Em um podcast tão nonsense, não pensei duas vezes antes de colocar a trilha de Katamari Damacy. Gente, esse jogo é muito bom, só de ouvir as músicas eu já quero comprar um XBox360, só pra poder jogar as outras versões. Taí, o único motivo que eu achei até agora pra comprar um 360, ao invés do ps3. e não gente, sem discussões caixistas versus sonystas, meus critérios definitivamente não são aplicáveis ao senso comum.

22
abr

JCast Reviews #27 – Balas Japonesas e os Piores Animes do Mundo

E mais um Reviews! Não era o planejado, mas foi o que acabou sobrando depois de todos os outros planos furarem. Resultado: review de balas japonesas e de dois animes que conseguem ser ainda piores que MD Geist, no mesmo formato live que usamos com o mesmo. Confiram!

(00:00:36-00:17:23) Balas Japonesas

Durante a gravação eu não sabia, mas depois descobri: suika é melância. Mais óbvio impossível. Enfim, nesse bloco experimentamos ao vivo as balas mandadas pelo presenteador oficial do JCast, o Yohan. Achou a premissa chata? Então espere o plot twist ao experimentarmos a maldita Super Lemon!

(00:17:45-00:45:28) Tenkuu Danzai Skelter+Heaven

Seguindo o esquema Mystery Science 3000 que usamos no Reviews de MD Geist, a idéia era que fizessemos o mesmo com MD Geist 2. Pesquisando outras possibilidades, descobri essas duas pérolas do Idea Factory, que provavelmente são o que há de mais amador no cenário profissional japonês. A primeira delas, Skelter+Heaven, bota Bakugan no chinelo no quesito animação não-animada.

(00:45:44-01:11:28) Hametsu no Mars

Enquanto Skelter+Heaven não tinha animação, Hametsu no Mars até tem um pouco, mas tão lenta e espaçada que faz com que a obra tenha algumas das cenas de lutas mais maçantes da história. A história também é uma tentativa de ser Evangelion, 8 anos depois, o que mostra o atraso da produção, mas devo dizer que a premissa apresentada no final desse OVA é deveras instigante, apesar de absurdamente mal utilizada.

E aí? Sobreviveram à essas duas pérolas que destroem o humor de qualquer um? Afinal, qual delas é a…”melhor”? E a Super Lemon, alguém já provou esse inferno em forma de bala? Mandem a resposta pra essas perguntas e qualquer outra coisa para alojcast@gmail.com, e até a próxima!

O JCast Reviews #27 foi embalado ao som de:

Tokyo Philarmonic Orchesta – Suzumiya Haruhi no Gensou

Não falei que ia usar música clássica? Pois bem, mas ainda somos o JCast, estão os presenteio com esse tesouro: Suzumiya Haruhi no Gensou, o álbum que traz várias músicas de Haruhi interpretadas pela Orquestra Filarmônica de Tokyo. Quem gostar, aconselho ouvir ele todo, porque é muito bom!

15
abr

JCast Reviews #26 – Paprika

JCast de volta, agora sem nenhum atraso muito gritante! Voltamos a nossa série de Reviews de coisas que saíram por aqui, com o que pra mim é a cereja do bolo: Paprika. Acompanhe nosso review pós-filme, e entenda porque levantamos a hipótese de uma certa homofobia por parte do Satoshi Kon (ou não, já que homossexualismo parece ser um tema recorrente em suas obras). Escutem!

(00:00:44-00:31:02) Paprika – Sem Spoilers

O podcast foi gravado logo depois de assistirmos o filme pela segunda vez, e o Laivindil é incapaz de permanecer 100% acordado ao longo do mesmo. Sério, ele adora o filme, mas é mais forte que ele. Pelo menos dessa vez ele ficou acordado por 97,35% do tempo, o que a gente pode considerar o suficiente pra fazer o review. Nesse bloco damos um overall sobre o que é Paprika, sem tentar estragar muita coisa, além do nosso rant inicial de praxe. E uma errata nossa: o Blu-ray de Paprika saiu aqui no Brasil sim!

(00:31:27-00:44:57) Paprika – Com Spoilers!

Esse bloco existe, basicamente, para instigá-los. Jogamos aqui algumas teorias e análises sobre o significado de alguns pontos do filme, de forma bem descompromissada, só pra que vocês tenham vontade de analisar a obra mais a fundo. Tem teorias? Fatos que adicionam ou refutam alguma das nossas? Como você interpretou o maldito bebê-Paprika gigante? Manda email pra gente! Se recebermos uma quantidade considerável de teorias interessantes, quem sabe não teremos um segundo Review de Paprika, dessa vez dissecando a obra e comentando sobre as opiniões de vocês? O email é alojcast@gmail.com.

Ah, e nenhum dos outros dois podcasts que a gente participou saiu ainda, mas vocês já podem ficar de olho nos links abaixo. Depois que sair a gente avisa aqui também. Até semana que vem, e quem souber de um emulador de SNES pra DS que rode FF6(a versão DeJap) sem problemas ou tiver um PSP pra me emprestar, me avise!

NowLoading (No Gamerdome)
1000Combos (No podcast deles, o ComboCast)

O JCast Reviews #26 foi embalado ao som de:

Susumu Hirasawa – Paprika Original Soundtrack

Eu sei que encho a bola de quase toda trilha que coloco aqui, de Kinnikuman à Castelo Cagliostro, mas a trilha de Paprika foi direto pro meu IPod e está tocando em repeat desde que comecei a edição do programa. Susumu Hirasawa é figurinha carimbada nas obras do Kon-sensei, tendo feito as trilhas de Millennium Actress e Paranoia Agent. Além disso, o cara fez a trilha de Detonator Orgun, além de possuir vários albuns próprios que acabam de entrar pra minha lista de downloads.

15
mar

Fala Série Chris #1 – 9 Girls to 5 Remédios

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Do Fala Série Schias nasceu o FALA SÉRIE CHRIS, podcast com o universo das séries televisivas mais bacanas ou bizarras, apresentado por Chris Marques!

Nesta semana temos House, Hugh Laurie no Rio, e muito mais!

11
mar

JCast Reviews #25 – Lupin III: O Castelo de Cagliostro

Antes de tudo, um pedido de desculpas: o dia oficial do JCast é da madrugada de quarta para quinta. Nas últimas semanas temos atrasado quase um dia na publicação, mas essa semana batemos nosso recorde. Tentaremos reestabelecer o horário oficial ASAP. Anyway, continuamos nossa jornada pelas obras licensiadas com Castelo Cagliostro!

(00:00:27-00:49:54) Lupin III: O Castelo de Cagliostro

Lupin é um dos personagens mais icônicos da cultura japonesa mas, ironicamente, poucos do ocidente o conhecem a fundo. Foi pra corrigir essa falha que resolvemos assistir Castelo Cagliostro, segundo filme do personagem e primeiro de Hayao Miyazaki como diretor, sendo esse o motivo pela qual ele foi lançado por aqui. Descubra quem é esse personagem, o que ele tem de tão legal, e sinta pena você também do pobre coitado do Yasuo Otsuka.

Nos conte se você ficou com vontade de assistir Castelo Cagliostro, ou até mesmo sua impressão, caso já tenha visto, em alojcast@gmail.com. Semana que vem a gente volta, espero eu que no dia certo.

O JCast Reviews #25 foi embalado ao som de:

Lupin III – Castle of Cagliostro Original Soundtrack

Não preciso nem falar nada. Trilha sensacional! Se você ouviu a música que abre esse programa e não gostou, você tem sérios problemas. Uma trilha quase 100% instrumental, de uma qualidade impecável. Um must-listen pra qualquer um que goste de trilhas sonoras.

11
fev

JCast Reviews #24 – Tokyo Godfathers

E o JCast Reviews resolve se legalizar! Esse e alguns dos próximos programas (que não virão toda semana, mas de forma randômica) dissecarão apenas obras que você pode encontrar por meios legais no Brasil. Faça como nós, e legalize-se já!

(00:00:44-00:46:01) Tokyo Godfathers

Nesse único bloco, Darkonix, Laivindil e Boo detalham a obra mais ocidentalmente vendável de Satoshi Kon, Tokyo Godfathers. Seria Kon um moralista? E os “milagres de natal”, foram forçados? Afinal, por que esse filme é tão bom? E por que ele agrada tanto o paladar ocidental? Escutem pra descobrir, e fiquem de olho que logo, logo viremos com mais uma obra do Kon-sensei: Paprika!

Aí é o blablabla de sempre…emails…blablabla…alojcast@gmail.com…blablabla…Nos digam se gostaram da não mais conglomeração de programas do mesmo tipo, que podemos mudar tudo de novo…ou não.

O JCast Reviews #24 foi embalado ao som de:

Tokyo Godfathers Original Soundtrack

A trilha sonora segue o clima caótico escolhido por Satoshi Kon para todas as suas obras. Vários instrumentos tocando ao mesmo tempo em ritmos bizarros, em uma harmonia deturpada. Destaque para a versão em japonês de “Noite Feliz” no início do filme, que encerra o podcast, e a fantástica versão da 9ª Sinfonia de Beethoven, que toca enquanto os prédios dançam, e abre o JCast dessa semana.

16
nov

JCast Reviews #23

O JCast tem uma série de clássicos que gostaríamos de fazer reviews, mas ao mesmo tempo morremos de medo. Desses clássicos, os únicos que realmente assistimos foram o Gundam clássico e Votoms. Eu ainda morro de medo de falar de Gundam, mas o Laivin respira fundo e cai de cabeça, falando sobre Votoms nessa edição!

(00:00:25-00:43:11) Armored Trooper Votoms

Gundam todo mundo conhece, Macross todo mundo já ouviu falar, mas Votoms é uma série importante, mas um tanto quanto desconhecida para nós ocidentais que costumamos odiar robôs gigantes. O primeiro Gundam veio para apresentar o gênero Real Robot, mas quem explorou todas as possibilidades desse novo gênero até a raiz foi Votoms, no longíquo ano de 1983, na década que a animação japonesa começou a decolar. Não conhece? Então escute esse bloco e veja se sente alguma vontade de conferir esse clássico, tão importante pra história do anime. Ah, e Macross é de 1982, um ano antes de Votoms, a gente ficou com preguiça de googlar durante a gravação.

(00:43:58-01:01:10) Endless Eight

Aqui tem spoiler, tomem cuidado! Finalizamos em nossa jornada pra entender o propósito de Endless Eight, no sétimo e oitavo episódios da série, tudo acaba! O que faltava para satisfazer a mimada Haruhi? Qual o motivo idiota que fez a pobre Nagato passar por 591 anos de férias de verão? Confiram, e vejam que chegamos sim a uma conclusão final!

O JCast Reviews #21 foi embalado ao som de:

The Complete Music Works of Armored Trooper Votoms The Series

O bloco de Votoms tem como background music o primeiro cd (de 3) da completíssima ost do anime que, vejam só, é muito boa! O Laivin comentou na edição que a trilha sonora é muito interessante, mas só durante a edição eu pude comprovar suas palavras. Agora só trabalho com ela de fundo, quando enjoar dos podcasts.

Suzumiya Haruhi no Yuutsu Character Song Vol 6 e 7 – Kyon no Imouto e Kimidori Emiri

Os singles das quase figurantes! A Kimidori Emiri aparece no arco Mysstérique Sign da primeira temporada, mas parece ter uma importância maior nas novels mais recentes. Já a irmãzinha do Kyon só faz figuração mesmo, e arranca suspiros dos fãs da série. #loliconfeelings

13
nov

JCast Reviews #22

Mais um Reviews, o penúltimo pra quem já estiver cansando da overdose! E, por falar de overdose, a edição 22 está bem lotada. Resolvi fazer 3 reviews rápidos de 3 mangás que estou acompanhando, ou que li recentemente: Akaboshi, Anedoki e Angel Densetsu. AAA. Confiram a saga do Darko em provar que os títulos são ao menos interessantes, enquanto o Laivin avacalha (quase) todos eles.

(00:00:51-00:18:53) Akaboshi

Akaboshi é o mais recente corte da Jump, e eu tava dando uma força enorme pro título. Realmente não dá pra entender o que se passa na cabeça dos pré-adolescentes japoneses: um trilhão de personagens e batalhas que fazem crateras enormes em Naruto pode, mas bem colocadas, desenhadas e ambientadas, como em Akaboshi não. Vai entender. Ah, no final do bloco eu comento que Kagijin não foi cancelado, mas foi sim, na edição dessa semana, uma semana depois do fim de Akaboshi.

(00:19:33-00:27:48) Anedoki

Novo mangá da Mizuki Kawashita, após o “fracasso” de Hatsukoi. Mas também não tá muito bem das pernas, pelo menos não nos rankings semanais. De qualquer forma, a Jump precisa de um mangá pros tarados, e esse provavelmente vai ficar. Ou não. Enfim, pra quem é fã da Kawashita, e gosta desses romances ecchi com personagens mais palpáveis, com certeza vai gostar de Anedoki.

(00:28:13-00:36:24) Angel Densetsu

O único mangá comentado nessa edição que não foi cancelado ou tá indo mal das pernas é Angel Densetsu, até porque ele acabou em 2000. Publicado por longos 8 anos e gerando 15 edições, Angel Densetsu é o segundo mangá de Norihiro Yagi, autor de Claymore, e durante sua publicação que o autor aprendeu a de fato desenhar.

(00:37:03-00:45:24) Endless Eight

Aqui tem spoiler, tomem cuidado! Prosseguimos em nossa jornada pra entender o propósito de Endless Eight, no sexto episódio da série…nada demais. Confiram, continuem acompanhando essa série de overanalysis e rezem pra que cheguemos à alguma conclusão no final!

O JCast Reviews #22 foi embalado ao som de:

Shiina Ringo – Muzai Moratorium

Todos os reviews da edição desse semana foram de mangás, que obviamente não possuem trilha sonora. Pensei em procurar algo que combinasse com todos, mas eles são completamente diferentes entre si. Então segui o plano B oficial do Darko: na dúvida, Shiina Ringo. E foi o que fiz: o JCast Reviews #22 é embalado por Muzai Moratorium, primeiro cd da minha musa, lançado no agora longíquo ano de 1999.

Suzumiya Haruhi no Yuutsu Character Song Vol 5 – Asakura Ryoko

O episódio pode ter sido fraquinho, mas a trilha sonora abriu com Cool Edition, a minha terceira música favorita de Haruhi, se não me perdi nas contas. O single da Asakura Ryoko é bem legalzinho, e é o último single feminino com uma personagem de alguma relevância.

12
nov

JCast Reviews #21

A maratona do JCast na Kombo já tá quase acabando, faltando só duas semanas. Mas, enquanto isso, voltemos com o Reviews, após uma pequena pausa para um lendário Mark II dar as caras. Confiram nessa edição: muita babação de ovo com Osamu Tezuka, e um pouco sobre Pluto, a releitura moderna e adulta de Astro Boy por Naoki Urasawa!

(00:00:35 – 00:34:27) Pluto

Como prometido, mais Naoki Urasawa, com Pluto, a adaptação do arco The Greatest Robot In The World (Ever…In the World…) de Astro Boy (ou Tetsuwan Atom, pros puritanos). Saiba qual é a desse arco, qual é a do Naoki Urasawa, porque guerra não é legal, porque o Pateta fala e o Pluto não e porque o Osamu Tezuka é, além de melhor amigo do Maurício de Sousa, um gênio. Ah, e quando eu falo que o Astro fez 30 anos em 2003, eu claramente quero dizer 40.

Entrevista com Naoki Urasawa sobre Billy Bat e Pluto

(00:35:32 – 00:45:41) Endless Eight

Aqui tem spoiler, tomem cuidado! Prosseguimos em nossa jornada pra entender o propósito de Endless Eight, no quinto episódio da série. Um episódio com experimentalismo de câmera, e um take final genial que esquecemos de comentar, com a câmera no ponteiro do relógio, girando! Confiram, continuem acompanhando essa série de overanalysis e rezem pra que cheguemos à alguma conclusão no final!

O JCast Reviews #21 foi embalado ao som de:

Tetsuwan Atom MUSIC WORLD e OPs e EDs de Astro Boy 2003

Minna noooo tomodaaaachiiii, Tetsuwaaaaan Atoooooomuuuu! Até música de Astro Boy é difícil de encontrar, vocês acreditam? Os cds perfeitos para a trilha sonora NÃO EXISTEM em nenhum lugar do HTTP, nem em japonês, que são: Atom Kids – Tribute to The King “o.T.” e Tetsuwan Atom (21st Century Ver.) (se alguém encontrar, por favor, nos mandem o link). De quebra-galho, foi as openings e endings do anime de 2003, e algumas músicas do anime clássico. Aliás, não fazia a mínima idéia que Now or Never do M-Flo, que abre o programa, era opening de Astro!

Suzumiya Haruhi no Yuutsu Character Song Vol 1 – Suzumiya Haruhi

Finalmente o single da protagonista, não é? Aya Hirano, a meiga seiyuu metida a idol amada e odiada por muitos, solta a voz aqui. E vai, eu adoro a Aya cantando.

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