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PodEspecular #05a – E o Tempo Levou… Timeline #01

No episódio de hoje Paulo Elache (host do podcast), Edgar Smaniotto (filósofo), Vinícius Maia (engenheiro e leigo-curioso em FC&F), Gérson Lodi-Ribeiro (escritor e consultor do universo Taikodom) e Eduardo Torres (engenheiro e presidente do CLFC – 2009/2011) conversam sem parar sobre o tempo (que não para…) e sobre seus intrépidos viajantes, que recheiam as páginas da literatura especulativa e enchem a telona e a telinha.

Divirtam-se, apertem os cintos e embarquem em nosso pod temporal… o PODESPECULAR!


DURAÇÃO:  ~86 minutos.


* Vitrine especialmente produzida por Carlos Relva

* Locutor anunciador: Marco Ortiz

* Leitura de recados, comentários e emails: Paulo Elache e Thiago Miani


P.S.: Em breve AQUI a “gigantesca” leitura de emails e comentários.


Comentado no podcast:


Comentado na leitura de recados & dicas:

  • Outras leituras e mais um pouco :
    • Queen of Candesce”, de Karl Schroeder (Livro 2 da saga “Virga”);
    • Sun of Suns”, de Karl Schroeder (Livro 1 da saga “Virga”);
    • Pirates of Sun”, de Karl Schroeder (Livro 3 da saga “Virga”);
    • Monster High”, de Lisi Harrison, a “não-dica” de Thiago Miani… Agora é com você, ouvinte;
    • Shine”, antologia de FC otimista organizada por Jetse de Vries com o conto de Jacques Barcia “The Greenman Watches the Black Bar Go Up, Up, Up…”;
    • Na revista online “Clarkesworld” n. 49, o conto e o audio-fiction (narração de Kate Baker) de Jacques Barcia “Salvaging Gods”.


Podcasts de cabeceira:


Clube de Leitores de Ficção Científica (CLFC)

(Não deixem de se inscrever na Lista de Discussão do CLFC)



Editoras Aleph, Draco, Devir, Amazon, Estante Virtual

Para críticas, dúvidas e palpites, mande e-mail para: podespecular@gmail.com

E para apontar nossos deslizes… No mesmo e-mail (fazer o quê?)


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  1. Quanto ao 7 Days, eu assisti tudo e entendi muito bem, e vocês paparam mosca: quando a máquina volta no tempo, ela cria um campo de proteção em torno de si, enquanto TUDO volta 7 dias, o universo inteiro, menos a própria nave e seu conteúdo. E qual o resultado disso? Quando o tempo é retrocedido tudo o que havia dentro dela (piloto incluso) some de onde estiver e aparece onde a nave caiu.

    Tanto que o personagem tem que estar sempre (ou quase sempre) na base, para justamente evitar problemas do tipo ele voltar no tempo e sumir quando estava diante de outras pessoas que não sabem que a máquina existe e que ele é o piloto. E em vários episódios fica bem claro que isso é assim, pois a nave SOME do angar, e a equipe fica de prontidão aguardando o contato do piloto dizendo qual o problema e onde ele está.

    Outro conceito legal que a série gera é que, para todo mundo exceto o piloto, TODA viagem no tempo é a PRIMEIRA viagem no tempo que eles executam. Eles recolhem a nave sei lá quantas vezes, mas acionar efetivamente, para todos eles, é sempre a primeira vez (pois a vez anterior pertence à uma linha do tempo que não existe mais).

    E ele só volta ATÉ 7 dias (pode ser menos, 7 dias é o máximo limite que eles conseguem voltar) pois é o máximo que eles conseguem extrair da matéria que permite que ela volte no tempo. E esse material possui um tempo de regeneração, igual ao tempo que foi retrocedido, logo, você não pode encadear saltos sucessivos de 7 dias, para tentar voltar mais. E outra, a cada salto no tempo, ele é gasto em uma certa quantidade, quantidade essa que vai sumindo a cada vez que ocorre um salto para o passado. Ou seja, para um observador externo, é como se ele fosse sumindo, sem nunca ter sido utilizado, pois o uso dele no futuro se preserva no passado.

    Espero ter podido esclarecer o máximo sobre essa fantástica série, que lamento até hoje não ter sido lançada em DVD aqui nessas Terra Brasilis 🙂

  2. Boa pergunta, Marcio.
    Como é a primeira vez que farei isso (separar a leitura de emails num arquivo à parte no mesmo post), vou verificar como proceder a “bagaça” 🙂

    Valeu pelo retorno e espero que você tenha gostado dessa primeira parte do programa (a segunda está um pouco maior e recheada dicas de leituras “temporais e paradoxais”.

    Abraço,
    Paulo Elache

  3. Opa! Nossa primeira canelada oficialmente registrada em kombo-cartório 🙂
    Diferente de você, não pude assistir a série toda (passava na TV Bandeirantes, né?), mas cheguei a mencionar isso no podcast, sobre o desaparecimento do crononauta (ou seria “seventonauta”?) quando ocorria um evento “7 Dias”, lembra-se? Mas acabei papando mosca mesmo e embarquei nos argumentos do Edu Torres quanto aos paradoxos de acumulação (uma das especialidades do Eduardo) da nave.
    Realmente essa série merecia um box DVD.
    Teve um episódio muito interessante em que aquela cientista russa era levada a se apaixonar pelo crononauta a cada evento “7 Dias”, muito engraçado, lembra? E aquele outro em que ele, se não me engano, ficava pulando no tempo várias vezes? E outro que ficamos sabendo quem era aquela “múmia” de crononauta em órbita… Nossa, são tantos que merece um “Fala Série Schias”, não acha? 🙂

    Novamente, grato pelos comentários, Marcio e até o próximo podcast.

    Abraço,
    Paulo Elache

  4. O termo utilizado na série era Crononauta, mesmo 🙂

    Salvo um ou outro episódio, eu assisti a série toda pelo Teleuno (que depois mudou de nome para AXN). E já faz tanto tempo… 🙁 Mas eu lembro desse episódio em que ele fica voltando no tempo de novo e de novo (coisa de 1 dia, foi um evento de salto curto), sem motivo aparente e sozinho, tendo que resolver o mesmo problema várias vezes, até a coisa se estabilizar de vez. O nome do episódio é “Déjà Vu All Over Again”.

    E sobre o mecanismo de funcionamento da máquina do tempo, a Wikipédia corrobora minha versão 😀 (juro que só fui procurar agora) http://en.wikipedia.org/wiki/Seven_Days_%28TV_series%29#The_Time_Machine
    Legal é que é mencionado alguns furos de roteiro, como o pessoal só ficar sabendo que o Parker voltou quando ele efetivamente liga e avisa, quando na verdade eles já deveriam estar sabendo, devido o sumiço da Cronoesfera do hangar 😀

    Era muito boa. E fico P* da vida de coisas como Odyssey 5 (olha aí outra viagem no tempo) ter saído em DVD aqui no Brasil e nada de Seven Days (adorava a dublagem, a russa tinha a voz da Dana Scully – Juraciara Diácovo – e o piloto a do Mel Gibson – Júlio Chaves – :D)

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